Prólogo
Corria;
Corria o máximo e o mais rápido que podia;
Corria para afastar-me da realidade que me ronda;
Corria porque era faca demais para enfrentar o caos que me ronda.
Eu era covarde e imatura. Não sabia por onde começar e nem como enfrentar o martírio que me cerca. Meus pés me levaram em frente a uma igreja de portas de madeira e janelas de vidros. Uma igreja no estilo barroco.
Engoli em seco, criando coragem para entrar na igreja e finalmente me abrir. Abri a porta, observando todo o local. Haviam vários bancos de madeira e um pequno corredor no meio delas, para que as pessoas pudessem se movimentar por ali. Fechei a porta quando coloquei todo meu corpo dento da igreja. Suspirei aliviada por contatar que não havia nada fora do comum por ali, porém gelei ao sentir alguém atrás de mim. Meus pensamentos imploravam para virar e encarar a pessoa fentre a frente, mas meu lado medroso implorava para fechar os olhos e deixá-la ir embora. Não conseguia vê-lo, pois ainda estava de costas, mas o sentia ali.
- Quem é você? - perguntei, quase gritando, esperando uma resposta de imediato, mas ela não veio - O que você faz aqui? - insisti e sentia sua presença cada vez mais perto.
Corria o máximo e o mais rápido que podia;
Corria para afastar-me da realidade que me ronda;
Corria porque era faca demais para enfrentar o caos que me ronda.
Eu era covarde e imatura. Não sabia por onde começar e nem como enfrentar o martírio que me cerca. Meus pés me levaram em frente a uma igreja de portas de madeira e janelas de vidros. Uma igreja no estilo barroco.
Engoli em seco, criando coragem para entrar na igreja e finalmente me abrir. Abri a porta, observando todo o local. Haviam vários bancos de madeira e um pequno corredor no meio delas, para que as pessoas pudessem se movimentar por ali. Fechei a porta quando coloquei todo meu corpo dento da igreja. Suspirei aliviada por contatar que não havia nada fora do comum por ali, porém gelei ao sentir alguém atrás de mim. Meus pensamentos imploravam para virar e encarar a pessoa fentre a frente, mas meu lado medroso implorava para fechar os olhos e deixá-la ir embora. Não conseguia vê-lo, pois ainda estava de costas, mas o sentia ali.
- Quem é você? - perguntei, quase gritando, esperando uma resposta de imediato, mas ela não veio - O que você faz aqui? - insisti e sentia sua presença cada vez mais perto.
- Você sabe quem sou, babe - enfatizou babe, causando-me naúseas. A vontade de correr intensificou-se, mas meus pés pareciam ter criado raizes no chão de madeira da pequena igreja, impossibilitando-me de fazê-lo.
- Não, eu não sei - respondi ríspida. Gelei ao sentir sua respiração em meu pescoço. Sentia cada célula do meu corpo responder pelo ato e meu corpo inteiro entrar em combustão.
- Sou o seu pior pesadelo, meu bem! - respondeu, alongando suas presas e encostando-as em meu pescoço, deixando-me imbobilizada. Sentia o suor invadindo todo meu rosto e meu corpo enteiro esquentar. Minha pulsação estava mais rápida que o comum, e minha respiração havia começado a ficar falha. Queria sair correndo e, ao mesmo tempo, meu corpo implorava para ficar ali - Sou as ongas devastoras no mar - lambeu minha pele exposta - Sou os furacões que fazem todo caos - mordeu o lóbulo da minha orelha e sussurou - Sou alguém que você odiaria conhecer - riu, beijando o meu pescoço, fazendo-me arrepiar e fechar os olhos. Gemi quando senti suas presas cravando em meu pescoço, fazendo-me revirar os olhos.
- Não, eu não sei - respondi ríspida. Gelei ao sentir sua respiração em meu pescoço. Sentia cada célula do meu corpo responder pelo ato e meu corpo inteiro entrar em combustão.
- Sou o seu pior pesadelo, meu bem! - respondeu, alongando suas presas e encostando-as em meu pescoço, deixando-me imbobilizada. Sentia o suor invadindo todo meu rosto e meu corpo enteiro esquentar. Minha pulsação estava mais rápida que o comum, e minha respiração havia começado a ficar falha. Queria sair correndo e, ao mesmo tempo, meu corpo implorava para ficar ali - Sou as ongas devastoras no mar - lambeu minha pele exposta - Sou os furacões que fazem todo caos - mordeu o lóbulo da minha orelha e sussurou - Sou alguém que você odiaria conhecer - riu, beijando o meu pescoço, fazendo-me arrepiar e fechar os olhos. Gemi quando senti suas presas cravando em meu pescoço, fazendo-me revirar os olhos.
Capitulo One: Toda verdade
(E às vezes eu não sei para onde ir
E eu tentei correr antes
Mas eu não estou correndo mais )
- John Mayer
- NÃO - gritei após levantar-me da cama. Todo o suor da noite anterior ainda estava ali, sentia como se ainda estivesse no sonho. Passei as mãos em meu pescoço, lembrando-me ainda do sonho tão real e, ao mesmo tempo, tão surreal.
- O que aconteceu? - perguntou-me preocupada.
- Foi apenas um pesadelo - respondi, sabendo que aquilo tudo era tão real que poderia jurar que havia acontecido mesmo.
Peguei em minha coluna, para ter certeza de que estava tudo bem e ter certeza de que nada nascera ali, e estava tudo certo, não tinha nada além de seus ossos. Sorriu para si mesma tentando de alguma forma espantar aquilo tudo que formava em seus pensamentos. Era loucura pensava ela. Isso parecia tão real. E de certa forma era. Só que ninguém precisava saber. Faltando dez para fechar o portão de sua escola, entrou correndo e se sentou mais distante de suas amigas. Quem visse aquilo riria, que "amigas" elas eram, sempre arrumavam confusão, fazia a pequena e pobre de idiota. Não que ela fosse, por que ela não era. Mais faziam, e todos sempre riam dela. não era popular, era denominada "a estranha" por ser tão diferente das outras. Diferente digo, no emocional e nas roupas pois eram bem mais comportas do que várias delas ali. Ela era uma pobre moça, não no sentido de dinheiro, ela tinha um poço de confusões, amarguras não digeridas, medos juvenis e sonhos aglomerados. Sentia algo crescendo em suas costas, e se lembrou do sonho. Correu até o banheiro feminino e lá se formou suas asas. Ela não acreditava ainda no que vira. Era surpreendente, inacreditável. Ela não sabia o que faria ali depois daquilo. Como sairia para fora? Foi então que escutou o sinal bater e esperou todos os alunos irem para suas próprias salas. E a partir dali se destrancou do banheiro e voou até sua casa, tomou o máximo de cuidado para ninguém ve-la por ali. E entrou se desatando em choro. Sua mãe batera em seu quarto e não escutou resposta entrou.
- Eu sabia que isso iria acontecer.
- Por que não me contou antes? - Aumentou seu tom de voz
- Por que não era hora, isso era para acontecer antes, , mais veja só um ano depois do seu decimo quarto aniversário.
- Era por isso os sonhos não era? - Perguntou sentindo seu rosto se envermelhar de raiva.
- Você não vai poder ficar aqui.
- E onde eu irei ficar? Eu nem sei quem sou
- Calma , você é filha de Agnes e de Gabriel.
- E você? O que é minha?
- Quer saber mesmo da história? - Assentiu com a cabeça.
- Eu sou a irmã de Agnes, sua mãe. Nós vivíamos numa ilha, onde nenhum humano entra a Ilha de Santa Rita. No começo de tudo a ilha era habitada por poucos mutantes, mais dai começou a ir os vampiros, e os lobos, começaram então a guerra. Sua mãe pediu que eu lhe trouxesse até aqui para ficar segura. Pois o reino dela estava completamente em horrores e eu aceitei, claro. E pediu que quando suas asas nascessem eu te levaria de volta para Santa Rita.
- Então, eu irei embora?
- Nós iremos
- Eu só queria ser uma adolescente normal
- Lá você é normal.
- Mãe, você não me entende.
- Arrume as malas, nessa madrugada iremos partir
- Mas...
- Sem mais . E vamos logo
- Tudo bem - Bufou, após as malas prontas colocou seu jantar e sua tia a chamou para partir. Seu coração apertou e tudo que conseguiu foi chorar. Saiu da casa aos prantos, já disse que não queria ir, mais sua tia falou que aqui não era seu lugar. E bem, ela tinha razão, ali não era mesmo o seu lugar. Já haviam duas horas que elas estavam voando.
- Mãe, eu cansei - falou sentindo algo doendo.
- É seu primeiro voo - Falou - Depois daqui você se acostumas
- Está longe?
- Não, estamos quase chegando.
- Sabe Mary? Por mais que você não seja minha mãe eu vou continuar amando você e te considerando a minha mãe verdadeira. - Mary riu da menina
- Eu também considero você como filha - Abriu um sorriso enorme.
- Me conte mais, como é lá?
- É bacana, você vai gostar.
- Eu não vou precisar estudar lá, não é?
- Infelizmente vai - riu - Mais não se preocupe, lá é tudo mais fácil, quer dizer não tem nada a ver com o que vocês estudam aqui.
- Tá vendo aquele ponto ali?
- Muito longe - Fez careta
- É pra lá que nós vamos.
- Agente poderia ir de jatinho
- Demoraria mais, não estaríamos nem na metade do caminho.
- Eu já cansei - Fez bico - Vamos descansar um pouco
- Vamos , já está perto.
- Tudo bem - Bufou. Após pegarem velocidade, já estavam quase chegando na ilha. Quando depositou seus pequenos pés, ela se deitou entre as areias. - Até que enfim. Eu não estou vendo nada aqui Mary.
- Vem - A puxou para que levantasse e dali seguiram até um pequeno portal, Mary correu e puxou junto e assim entraram ali. A boca de se formou em um enorme "O" e as duas se entreolharam. E Mary a levou para o castelo.
- Foi apenas um pesadelo - respondi, sabendo que aquilo tudo era tão real que poderia jurar que havia acontecido mesmo.
Peguei em minha coluna, para ter certeza de que estava tudo bem e ter certeza de que nada nascera ali, e estava tudo certo, não tinha nada além de seus ossos. Sorriu para si mesma tentando de alguma forma espantar aquilo tudo que formava em seus pensamentos. Era loucura pensava ela. Isso parecia tão real. E de certa forma era. Só que ninguém precisava saber. Faltando dez para fechar o portão de sua escola, entrou correndo e se sentou mais distante de suas amigas. Quem visse aquilo riria, que "amigas" elas eram, sempre arrumavam confusão, fazia a pequena e pobre de idiota. Não que ela fosse, por que ela não era. Mais faziam, e todos sempre riam dela. não era popular, era denominada "a estranha" por ser tão diferente das outras. Diferente digo, no emocional e nas roupas pois eram bem mais comportas do que várias delas ali. Ela era uma pobre moça, não no sentido de dinheiro, ela tinha um poço de confusões, amarguras não digeridas, medos juvenis e sonhos aglomerados. Sentia algo crescendo em suas costas, e se lembrou do sonho. Correu até o banheiro feminino e lá se formou suas asas. Ela não acreditava ainda no que vira. Era surpreendente, inacreditável. Ela não sabia o que faria ali depois daquilo. Como sairia para fora? Foi então que escutou o sinal bater e esperou todos os alunos irem para suas próprias salas. E a partir dali se destrancou do banheiro e voou até sua casa, tomou o máximo de cuidado para ninguém ve-la por ali. E entrou se desatando em choro. Sua mãe batera em seu quarto e não escutou resposta entrou.
- Eu sabia que isso iria acontecer.
- Por que não me contou antes? - Aumentou seu tom de voz
- Por que não era hora, isso era para acontecer antes, , mais veja só um ano depois do seu decimo quarto aniversário.
- Era por isso os sonhos não era? - Perguntou sentindo seu rosto se envermelhar de raiva.
- Você não vai poder ficar aqui.
- E onde eu irei ficar? Eu nem sei quem sou
- Calma , você é filha de Agnes e de Gabriel.
- E você? O que é minha?
- Quer saber mesmo da história? - Assentiu com a cabeça.
- Eu sou a irmã de Agnes, sua mãe. Nós vivíamos numa ilha, onde nenhum humano entra a Ilha de Santa Rita. No começo de tudo a ilha era habitada por poucos mutantes, mais dai começou a ir os vampiros, e os lobos, começaram então a guerra. Sua mãe pediu que eu lhe trouxesse até aqui para ficar segura. Pois o reino dela estava completamente em horrores e eu aceitei, claro. E pediu que quando suas asas nascessem eu te levaria de volta para Santa Rita.
- Então, eu irei embora?
- Nós iremos
- Eu só queria ser uma adolescente normal
- Lá você é normal.
- Mãe, você não me entende.
- Arrume as malas, nessa madrugada iremos partir
- Mas...
- Sem mais . E vamos logo
- Tudo bem - Bufou, após as malas prontas colocou seu jantar e sua tia a chamou para partir. Seu coração apertou e tudo que conseguiu foi chorar. Saiu da casa aos prantos, já disse que não queria ir, mais sua tia falou que aqui não era seu lugar. E bem, ela tinha razão, ali não era mesmo o seu lugar. Já haviam duas horas que elas estavam voando.
- Mãe, eu cansei - falou sentindo algo doendo.
- É seu primeiro voo - Falou - Depois daqui você se acostumas
- Está longe?
- Não, estamos quase chegando.
- Sabe Mary? Por mais que você não seja minha mãe eu vou continuar amando você e te considerando a minha mãe verdadeira. - Mary riu da menina
- Eu também considero você como filha - Abriu um sorriso enorme.
- Me conte mais, como é lá?
- É bacana, você vai gostar.
- Eu não vou precisar estudar lá, não é?
- Infelizmente vai - riu - Mais não se preocupe, lá é tudo mais fácil, quer dizer não tem nada a ver com o que vocês estudam aqui.
- Tá vendo aquele ponto ali?
- Muito longe - Fez careta
- É pra lá que nós vamos.
- Agente poderia ir de jatinho
- Demoraria mais, não estaríamos nem na metade do caminho.
- Eu já cansei - Fez bico - Vamos descansar um pouco
- Vamos , já está perto.
- Tudo bem - Bufou. Após pegarem velocidade, já estavam quase chegando na ilha. Quando depositou seus pequenos pés, ela se deitou entre as areias. - Até que enfim. Eu não estou vendo nada aqui Mary.
- Vem - A puxou para que levantasse e dali seguiram até um pequeno portal, Mary correu e puxou junto e assim entraram ali. A boca de se formou em um enorme "O" e as duas se entreolharam. E Mary a levou para o castelo.
Capitulo Two: Conhecendo a verdade
(E eu não vou falar sobre isso
Pela primeira vez, o que é passado é passado)
- Eu esperei tanto por você - Agnes falou e abraçou a sua filha. reparou bem em seus traços e viu que elas eram bem parecidas, até a cor dos cabelos, os traços eram todos iguais. O que mudava era que era um pouco mais alta que sua mãe. olhou cada canto daquele lugar, era um conto de fadas, aquele castelo era bem grande, e é onde moraria daqui em diante.
- Avisa a Gabriel que chegou. - Falou com um dos guardas que havia ali. E ele assentiu - Estão com fome? - Assentimos. - Venham. - Sentamos em uma mesa enorme e lá serviram várias comidas, e confesso que eram deliciosas. - , venha aqui - A seguiu
- Oi
- Me desculpe por isso - Uma lágrima caiu do olho de Agnes. - Eu não queria ver você morta como uma parte do reino ficou, eu não queria que isso acontecesse. Eu te amo muito
- Mamãe, não fica assim. Eu entendo você, eu vou estar sempre aqui, agora que isso tudo acabou. Eu te amo - A abraçou. Agnes mostrou o castelo para , e bem, já estava tarde. Agnes sabia que viria naquele dia, e então já preparou sua matricula numa escola que ficava bem perto de casa e na manhã seguinte se a menina quisesse já poderia começar a treinar. E bem, Agnes avisou a menina e antes de dormir ela aceitou sua proposta, afinal ela queria fazer novas amigas, não como as de antes, mais sim amigas que gostem dela pelo o que ela é e não pelo dinheiro. acordou naquela manhã, e já colocando seu uniforme que a empregada deixara ali noite passada. E aquele uniforme tinha ficado perfeito, como dissera ela. A saia era um pouco acima do joelho, não o bastante para ser vulgar, a blusa branca por dentro e por cima uma blusa de frio verde, do mesmo tom da saia e uma gravata com a mesma estampa das duas. estava mais animada, e isso se notava no sorriso que se formava a casa segundo que se olhava no espelho. Após se arrumar desceu e foi tomar seu café.
- James, leve a para a escola.
- Vamos ou você vai se atrasar. - Riu
- Vou comer uma maça então - Pegou e saiu atrás de James
- Então , como é em Londres?
- Ah James, comparado aqui é normal - Entraram no carro. - Se você fosse pra lá você iria gostar. London Eye é lindo a vista, ainda mais de noite quando soltam os foguetes.
- Imagino, você era apegada a la?
- A Londres sim, mais a minhas amigas era muito difícil sabe? Elas gostavam mais de mim pelo dinheiro e eu não gosto de gente assim, elas me excluíam de tudo e na hora de fazer compras batiam lá em casa
- Te entendo, amanha irei trazer a , vocês vão se gostar.
- ?
- É, minha filha. Tem a mesma idade sua. E a proposito estuda na mesma escola que você, só que ela não pode ir hoje
- Tudo bem então - Sorriu
- Chegamos
- Obrigada - Acenou e saiu. Todos os olhares se direcionaram a , mas ela não se importou e seguiu até a secretaria, uma mulher a atendeu, ela tinha asas belas, e gostou.
- Oi, eu vim saber onde fica meu armário e vim pegar as aulas.
- Filha de Agnes?
- Sim
- Então, você terá aulas separada de todos. Junto com as meninas da família real
- Não - Neguei - Eu quero junto de todos, eu não sou diferente de ninguém.
- Você é a filha da rainha
- Isso não me torna melhor do que ninguém, quero ficar junto com os outros e ponto.
- Tudo bem - Me entregou os horários, o numero e a senha do armário.
- Obrigada - A mulher, gostou de , ela não era como as outras, as filhas da irmãs de Agnes, elas sim, por mais ricas que elas fossem não queriam de jeito nenhum estudar junto com as outras pessoas, e olha que a mãe delas não chegam nem aos pés de Agnes, todas tinham inveja por não terem sido escolhidas. seguiu até sua sala, e novamente os olhares a seguiram ela observou bastante os grupos, no final havia uma menina sozinha, então decidiu se juntar a ela
- Oi - falou estendendo a mão - Me chamo e você seria?
- Me chamo . Você é a filha da Agnes não é? - Afirmou com a cabeça - Então, o que faz aqui num monte de nada?
- Monte de nada? - Riu - Todos somos alguma coisa na vida, então eu não me importaria de ficar aqui com vocês, afinal a decisão foi minha. Acho que todos devem compreender, e não excluir ninguém por ser mais pobre.
- Você tem razão, eu também escolhi isso. Você gostou?
- De que? - Perguntou arqueando uma sobrancelha
- De mim
- Gostei, de todos aqui eu escolhi você. Achei a melhor opção, não me encaixo em nenhum desses grupos. Pra falar a verdade, eu achei que nessa ilha não moraria quase ninguém, mais eu me enganei. - Riu - Acho que é maior do que Londres e tem mais habitantes do que lá.
- Verdade, de quando os vampiros e lobos se mudaram pra cá e pediram paz, aqui anda bem maior.
- E ai, o que você faz?
- Metamorfismo Animal
- Uau, deve ser legal.
- E é, - Riu - Imagina se transformar em qual que animal que você quiser. O Edward chegou. - Apontou pra mesa em que o professor acabara de sentar.
- Olá, temos uma aluna nova. - Sorriu - Você não é a filha da Agnes?
- Sou sim.
- Oras menina, o que faz aqui?
- Eu não me importo, eu que fiz a escolha de estudar junta com todos. Não devemos excluir outras pessoas por classe social
- Você tem razão, depois converso com a diretora sobre isso, e vamos para a primeira aula...
Capitulo Three:Surpresa
(Você será o príncipe e eu serei a princesa
É um bebê história de amor, apenas diga sim)
E depois de mudar de sala três vezes foram ao refeitório. E lá conversaram bastante, elas descobriram que tinham muita coisa em comum
- Quem são eles? - Apontou para um grupo de garotos que passava no meio do refeitório, um deles me olhou e virou o rosto. As meninas faltavam babar de cima deles. Atraiam os olhares de todos
- São um grupo de amigos, mais eles se consideram irmãos sabe? Vivem na casa uns dos outros.
- Legal. E o que eles são?
- Vampiros.
- Uau - Sorri
- Eles já pegaram metade da escola - riu - e não se contentam sabe?
- E de que eles vivem?
- Sangue de animais - Deu ombros - Aqui, todos são do bem.
- Entendi. Qual sua próxima aula?
- Hom, Educação Física e a sua?
- Também - Riu - Vamos para o vestiário antes que suas primas cheguem lá.
- Minhas primas?
- Sim, você não as conhece?
- Fiquei de jantar com elas hoje a noite lá em casa para conhece-las.
- Vamos?
- Vamos - Riu - Me conte mais sobre elas
- Elas estudam separadamente dos pobre, só por que é da família real, se acham, metidas - fez careta
- É acho que não combino nenhum pouco com elas - riu.
- Eu também acho que não, elas cinco morrem de amores pelo e seus amiguinhos.
- Aqueles que passaram lá no refeitório?
- Sim. E falando em amigos eu quero te apresentar a uma amiga manhã na escola.
- Okay. - Foram até o vestiário e colocaram um short curto verde, uma blusa branca com uns detalhes verdes da cor do short e amarraram o cabelo em um rabo de cavalo. - Não me leve a mal mais eu acho esse short muito curto.
- Eu no início também não gostei muito, mais agora não tem nada de mais. São mais confortáveis do que de jogar de saia.
- É você tem razão. - Fomos até a quadra. E depois de alguns minutos as pessoas do primeiro ano começaram a chegar. O professor apitou e todos se juntaram.
- Hoje o professor Edward conversou com a diretora, e bem, no intervalo os professores se juntaram e conversamos sobre a exclusão social que anda acontecendo muito aqui. Onde separamos as pessoas da família real com os de classes mais baixas. A diretora resolveu acabar com isso desde hoje. Então, todos irão estudar juntos. E por segundo a diretora resolveu juntar a educação física do primeiro ano meninos com meninas. Os meninos jogam futebol enquanto as meninas jogam queimada, o tempo da quadra irá aumentar por causa disso e é só - Apitou - Todos para os seus lugares.
As meninas se dividiram em equipes, e ficou na equipe de , por sorte. Ficaram contra as primas de , e continuaram o jogo. A equipe de e ganharam. E as meninas foram jogar futebol, Algumas que não sabiam como não sabia foram descansar na arquibancada. se sentou junto a e logo acima estavam os tais meninos da cantina. As quedas, tudo as faziam rir. Voltaram para o vestiário, tomaram banho e colocaram o uniforme novamente. iria para aula de química e a iria para outra aula bem longe de . Entrou na sala e se sentou no fundo onde não tinha ninguém e como o professor iria se atrasar um pouco foi escutar algumas músicas. Quando 3 criaturas entram na sala e só tem 3 lugares vagos. O menino que tinha belas iris se sentou ao lado de , e ela riu gentilmente para ele, que não retribuiu. Ela então se sentou e assistiu o resto da aula.
acabara de sair da escola, se sentou sorridente no carro em que James veio busca-la.
- Já arranjou amigas Sra. ?
- Só James. - Riu - Já arranjei sim.
- Quer passar em algum lugar?
- Não - Deu ombros - Amanhã eu passo em alguma lanchonete.
- Okay então. - E fizeram o caminho de volta pra casa. depositou sua mochila num canto da sala e seguiu até seu respectivo quarto tirando aquela roupa calorenta e colocando uma muda de roupa mais fresca. Em seguida descendo para o almoço.
Capitulo Four:
(E, assim, talvez eu sou o culpado por tudo que eu já ouvi ...
Mas eu não tenho certeza) - Nirvana
Mas eu não tenho certeza) - Nirvana
Você narrando:
Após jantar com minhas primas, que são totalmente ridículas no sentido pessoal, já vestira meu pijama para poder dormir. Era inacreditável aquela ilha que mais parecia um outro mundo, mais de pessoas diferentes. Okay era um outro mundo, havia apenas uma cidade que pegava a ilha toda, ou melhor dizendo a maior parte dela. E o inacreditável ali havia computadores, internet e celulares. E eu acreditei que aqui não haveria metade disso por aqui (...)
Já estava pronta mais mais um dia na escola. James me deixou no portão e eu murmurei um obrigada e entrei. Meus olhos procuravam o par de olhos , mais não os achei novamente. havia me falado que todas as minhas aulas de químicas seriam juntas com ele. Eu já estava sentada naquele mesmo lugar ha horas e bem, ele não havia aparecido. Conheci a e ela realmente legal. No dia seguinte ele também não fora a escola e eu não tive com quem fazer dupla. Já faltando alguns minutos para a ir para casa eu esperava ansiosamente por e pra irmos juntas. O sinal havia acabado de bater e já estava a caminho da saída e vi uma pequena rosa caindo no chão e a peguei. Não sabia quem de certo era o dono dela. A guardei na mochila e segui até o carro onde James estava junto com e . Entramos em silêncio e de lá seguimos até em casa.
- Sabe meninas, meu aniversário é daqui dois dias - Falou se empolgando com a ideia.
- E vai fazer algumas coisa?
- Não - Se entristeceu - Não tenho dinheiro o bastante.
- Entendo - falou.
- Vamos assistir um filme? - Falei para cortar o clima
- Eu... Eu já vou - falou e correu.
- Acho que devemos fazer uma festa para a .
- Surpresa?
- Surpresa. - Rimos e naquela tarde fizemos a lista dos convidados. Teria apenas bebidas e eu fiquei com essa parte. disse que tinha um pub aqui perto então alugamos ele por uma noite. Dia seguinte iriamos chamar toda turma, contei ao James e ele achou ótima a ideia, sua filha nunca teve uma festa de aniversário e essa seria a primeira. E nos agradeceu bastante. Conversamos com nossas mães e elas deixaram. acabou dormindo aqui no palácio e dia seguinte iriamos para a escola juntas. era tão linda, seus cabelos loiros até os ombros e seus olhos eram azuis, quem a via achava ela perfeitamente linda. E não era a toa que os meninos davam em cima dela.
Dia seguinte, já prontas para a escola arrumamos tudo e seguimos. A manhã estava chuvosa, e tudo indicara que aquela manhã não iria ter aula de Educação Física. Seguimos até a porta e naquela pequena televisão todos assistiam o noticiário.
"Mary e sua filha que aparecem a foto na tela, estão desaparecidas a exatamente uma semana. A menina foi visto por último na escola. Suas amigas dizem que a viu correndo para o banheiro e de lá desapareceu. Entramos em sua casa, estava tudo em ordem, havia algumas roupas bagunçadas e malas em cima da cama. Vizinhos dizem ouvir gritos pela madrugada em que elas sumiram, eles revisaram as câmeras mais não tinham ninguém na rua naquela madrugada. Onde estará elas? Isso é o que todos perguntam."
Eu já não acreditava mais, que burrada ela e sua agora tia fizeram. Todos a olhavam como se aquilo fosse uma novidade. Só se ouviam sussurros pelos corredores. Meus olhos se arregalaram completamente e aquilo era coisa da Anny. Ela gostava de foder com minha vida, não que fosse um problema para outras pessoas, mais para mim era definitivamente um dos maiores problemas.
havia filado aquela manhã e então resolvemos visitá-la depois da aula. Antes da aula começar avisamos a maioria dos alunos daquela escola. As aulas correram bem naquela manhã. Já estávamos quase chegando em sua casa.
- , está estranha, ela não era assim
- Não se preocupa , agente vai dar um jeito. - Batemos em sua porta e ela apareceu com olheiras e seus olhos de brancos viraram vermelhos, aos poucos ela ia emagrecendo. Ela nos abraçou com urgência.
- Não fica assim - Eu já estava sentada em sua sofá com em meu colo - Conta pra nós o que você tem.
- Ele me traiu, . estava com outra menina. - Se virou e começou a chorar mais ainda, se é que era possível.
- Esqueça ele , você arruma coisa melhor.
- Esse não é o problema , ele não se lembra que amanhã é o meu aniversário. E faltando apenas um dia ele fura comigo.
- Vejamos, amanhã nós vamos sair e você se distrai com agente pode ser?
- Eu não sei , eu não tenho condições de sair, eu estou muito mal.
- Depois da escola passamos aqui, e esteja pronta. - Beijamos sua bochecha. Íamos saindo quando um par de olhos aparece na porta, meus olhos quase saltaram ao ve-lo sem camisa. Ele não valia o pão que defecou, mais tem o sorriso de foder qual quer psicológico, e que sorriso. Achei melhor esquecer esse pensamento louco. Foi o que eu tentei fazer. O que eu estou tentando. Não que fosse difícil, mais ficou.
Já tentando fechar meus olhos e esquecer aquilo tudo. Mais era impossível. Eu tinha apenas duas opções eu eu dormia essa opção eu já estava descartando ou eu deixava meus pensamentos me dominarem. Um sorriso dominava meu pequeno e singelo rosto. O cansaço me venceu aos poucos e eu acabei dormindo.
Eu já não acreditava mais, que burrada ela e sua agora tia fizeram. Todos a olhavam como se aquilo fosse uma novidade. Só se ouviam sussurros pelos corredores. Meus olhos se arregalaram completamente e aquilo era coisa da Anny. Ela gostava de foder com minha vida, não que fosse um problema para outras pessoas, mais para mim era definitivamente um dos maiores problemas.
havia filado aquela manhã e então resolvemos visitá-la depois da aula. Antes da aula começar avisamos a maioria dos alunos daquela escola. As aulas correram bem naquela manhã. Já estávamos quase chegando em sua casa.
- , está estranha, ela não era assim
- Não se preocupa , agente vai dar um jeito. - Batemos em sua porta e ela apareceu com olheiras e seus olhos de brancos viraram vermelhos, aos poucos ela ia emagrecendo. Ela nos abraçou com urgência.
- Não fica assim - Eu já estava sentada em sua sofá com em meu colo - Conta pra nós o que você tem.
- Ele me traiu, . estava com outra menina. - Se virou e começou a chorar mais ainda, se é que era possível.
- Esqueça ele , você arruma coisa melhor.
- Esse não é o problema , ele não se lembra que amanhã é o meu aniversário. E faltando apenas um dia ele fura comigo.
- Vejamos, amanhã nós vamos sair e você se distrai com agente pode ser?
- Eu não sei , eu não tenho condições de sair, eu estou muito mal.
- Depois da escola passamos aqui, e esteja pronta. - Beijamos sua bochecha. Íamos saindo quando um par de olhos aparece na porta, meus olhos quase saltaram ao ve-lo sem camisa. Ele não valia o pão que defecou, mais tem o sorriso de foder qual quer psicológico, e que sorriso. Achei melhor esquecer esse pensamento louco. Foi o que eu tentei fazer. O que eu estou tentando. Não que fosse difícil, mais ficou.
Já tentando fechar meus olhos e esquecer aquilo tudo. Mais era impossível. Eu tinha apenas duas opções eu eu dormia essa opção eu já estava descartando ou eu deixava meus pensamentos me dominarem. Um sorriso dominava meu pequeno e singelo rosto. O cansaço me venceu aos poucos e eu acabei dormindo.
Capitulo Five:
(A falta de resposta dizia tudo. — Nicholas Sparks)
Acordei naquela manhã com o coração leve, sorriso nos lábios e com vontade de espalhar coisas boas por ai. Acordei me amando mais. Não que eu nunca me amei antes. Sempre me amei pouco, mais dessa vez, resolvi mudar. Resolvi também mudar a rotina, colocar minhas belas asas para fora e voar, bem alto, para que todo mundo vesse o quanto feliz eu estou, e não esconderia de ninguém.
- Acordou com o pé direito hoje? - Sorri
- , vamos resolver logo essas coisas do aniversário da . Não quero que nada saia errado.
- Já mandei alguém lá pra arrumar. Agente passa lá depois que agente sair com a
- Okay
- Suas asas são tão lindas. - Sorriu
- Obrigada - Sorri e assim seguimos para a primeira aula.
Terminamos as aulas e seguimos para a casa de . Bati na porta pela terceira vez e já ia desistindo até ele aparecer com sua bermuda meio clara e sem camisa, ele só podia estar fazendo pra me provocar.
- está?
- - Gritou. - Tem gente te chamando aqui
- Manda esperarem. - Esperamos alguns minutinhos até ela descer.
- ?
- Un? - Respondeu concentrado no jogo.
- Leva agente no Centro?
- Vão a pé
- Por favor, você tem carro. Agente vai cansar - De uns pulinhos. E ele revirou os olhos
- Tudo bem. - Saiu dali pegando uma blusa e a vestindo. - Só não demorem. - Me sentei na atrás junto com as meninas.
Chegamos em uma loja e elas resolveram ir em um canto distante, e bem eu não gostei nenhum pouco dos vestidos que tinha lá, fomos em 3 lojas seguidas e nada.
- Lana, vai com o que eu vou com a , vocês escolhem as roupas suas e agente escolhe as nossas.
- Mas...
- Beijos - As vi sumindo por entre as pessoas que ali passavam.
- Vai ficar ai? Ou vai escolher seu vestido?
- Escolho o primeira opção. Eu não sei escolher roupa pra mim - Passei as mãos em meus cabelos. Eu estava mentindo, eu ficava nervosa só de encostar perto dele. Esse era o problema.
- Vamos , eu te ajudo.
- Você? - Sorri esperando que aquilo fosse uma brincadeira.
- Quem escolhe as roupas da sou eu.
- Vamos ver se você é bom mesmo .
- Vamos naquela loja ali - Apontei para uma que nós não tínhamos ido.
- Vamos - Deu ombros e me seguiu. - Senta aqui que vou escolher o seu vestido. - Me sentei e esperei alguns minutos até que ele pareceu com um azul em mãos. Eu queria rir daquilo, mais a situação ficaria constrangida, e confesso que me apaixonei por aquele vestido. Por mais simples que ele fosse eu gostei, de verdade. - Não vai experimentar ?
- Vou - Sorri. Aquilo não poderia ser verdade. Entrei em um dos provadores e me troquei. Aquele vestido já era lindo e ficou mais ainda quando eu o vesti.
- Que linda. Digo o vestido. - Sorri
- Você gostou? - Ele assentiu e eu fui colocar minha roupa de antes.
- Onde vamos agora?
- Encontrar as meninas.
- Espera. E seus sapatos?
- Eu já tenho - Sorri e ele deu ombros. O puxei até uma loja que estavam a e a e as esperamos.
Capitulo Six: Nova aventura
(Algumas pessoas pensam que estão sempre certos
Outros são silenciosos e tensos
Outros parecem tão bem
Na verdade, eles podem se sentir tristes e errados)
- The Strokes
Estava eu, esperando que a qual quer hora eu encontrasse a e a no meio de todas aquelas pessoas. Aproveitei e me sentei num banco que havia ali e pedi uma dose de um liquido azul que o homem acabara de pedir.
- Aqui está - Sorriu e piscou pra mim
- Obrigada. - Sai dali e me sentei em uma das mesas desocupadas. Um menino forte de cabelos loiros e olhos azuis, sentou a minha frente.
- Me chamo Matt e você é?
-
- Já te vi na escola, estou certo? - Afirmei com a cabeça. Eu sabia que ele fazia parte do time de futebol da escola, ele e os amiguinhos do . - Vamos dançar ? - Afirmei novamente e seguimos para a pista de dança, dançamos um pouco e eu percebi uma aglomeração no meio da pista, fui ver o que era, uma menina estava sendo apanhado por um garoto meio alto, ele a xingava e ela chorava aos prantos. Com muita dificuldade fui até ela, a peguei no colo e a levei até fora da balada.
- Por que ele estava batendo em você?- Perguntei meio preocupada, ele poderia vir até nós. E depois daquilo que fiz ele poderia me perseguir.
- Ele achou que eu estava o traindo - As lágimas desciam do seu rosto. - Ele é um inútil, eu sempre apanhei dele. Mas nunca contei a ninguém e olha só meu estado. Eu estou com muito medo do que ele possa fazer comigo.
- Não se preocupe, eu mandarei prende-lo.
- Não, a situação vai piorar.
- você está bem? - Um menino veio até ela na intuição de acalma-la.
- Estou . Não se preocupe e volte pra lá.
- Eu... Eu não posso.
- Vai - Alterou seu tom de voz. Ele a obedeceu e saiu dali cabisbaixo.
- Esse é o motivo?
- Eu não posso deixar ele fazer nada com o , ele me bate por causa dele.
- Você não pode ser tão fraca assim. Você tem que agir. Você o ama?
- Não, eu não o amo mais - Choramingou.
- E por que ainda continua com ele?
- Se eu ousar falar que tudo entre nós acabou ele me bate - Chorou - Há tantos motivos.
- Ai está você - Falou rude com os dentes trincados.
- Me deixa Duan, eu não quero fica mais com você - Ele foi pra cima dela. Mas eu acabei o interrompendo
- Onde pensa que vai?
- A namorada é minha, deixa que eu resolvo com ela.
- Não ouviu ela falando que acabou?
- Ela não precisa falar nada.
- Seu covarde - Acertei um tapa em seu rosto e ficou a marca. Ele me empurrou para uma árvore que havia ali. Quando menos esperava ele caiu no chão. Olhei para e ele estava com um pedaço de madeira em mãos.
Dias se passou após aquela briga e o Duan acabou sendo preso e a passou a andar conosco. Agora, toda escola teria uma reunião com o diretor em meio ao auditório, todos estávamos empolgados, era uma boa coisa, bem, ao menos eu acreditava que sim.
- Olá alunos - Sorriu - Estamos aqui para uma nova interatividade que nos aconteceu, bem ao longo dos dias eu tentava me convencer de que seria uma boa ideia, e na verdade, era. Essas férias os meninos sugeriram um acampamento. E ano passado um homem veio oferecendo um acampamento que se chama Camp in London Games, onde oferece variedade de jogos como vôlei, futebol, natação, tiro ao alvo e todas férias acontecem, juntam várias escolas e pessoas e escolhem seus times, campos e etc, ano passado essa ideia não foi nenhum pouco convincente então eu havia rejeitado. Esse ano a proposta estará de pé, terá começo no inicio da semana que vem, quem quiser a inscrição estará sendo feita na secretaria e por sala mandarei cada um de vocês irem. Alguma duvida?
- Serão quantos dias? - O menino que tinha sua cor verde, meio alto levantou suas mãos para o alto. Fazendo a pergunta logo em seguida
- São 10 dias e no final vão dar o resultado. Serão separados 4 times e vocês estarão livres para escolher em qual ficarão. No papel tem as 4 opções são os tigers, lions, athletes e os competitors. Tenham um bom dia - Falou e saiu dali
- Vocês vão ir? - Perguntei para as meninas que já se encontravam do meu lado.
- Eu vou.
- Eu também.
- Eu também.
- Vão ser 10 longos e maravilhosos dias - Sorri
- Espero que tudo dê certo, estou contando com essas férias. - Seguimos para a secretaria e lá havia um fila enorme. Um desculpa para nos atrasarmos a aula, já que faltavam apenas 10 minutos e já tinha cerca de umas 100 pessoas na fila e atrás chegavam mais gente ainda.
- Vamos ficar em qual?
- Quero ficar no Tigers, deve ser legal.
- Vou com você Márcia
- Decidido, todas entraremos no Tigers - opinou pela primeira vez hoje. E todas concordamos. De lado vi o e seus amigos, todos combinavam de entrar no timas adversário os Lions, sorri com tal escolha. Fizemos uma boa escolha, por que ficaríamos longe deles e de certa forma, fazia bem pra mim. Preenchemos as fichas e fomos embora dali. Faltava apenas 3 dias para o acampamento e desde já comecei arrumar as minhas malas, coloquei tudo o que precisava. Estava tão animada que esqueci totalmente das meninas que passariam aqui para sairmos um pouco, nos descontrair, a ansiedade tomava conta de nós e eu não podia negar que eu esperava esse dia chegar logo para vivenciar pela primeira vez um acampamento e ainda por cima de jogos.
, e agora me esperando aqui de frente começaram a gritar, eu estava me acostumando com aquilo tudo, palácio, amigas, vida completamente diferente de antes e seres completamente diferentes de Londres, se fosse para me colocar pra voltar eu preferia agora ficar e vivenciar aquilo tudo, explorar cada canto dessa loucura viciante e não me arrepender a acada segundo disso após minha morte.
- Eu desejo que esses três dias passem logo, não aguento mais essa ansiedade, está me sufocando aos poucos.
- Eu também estou assim, .
- Oras , quem não estaria? Agora que abriu esse novo acampamento as pessoas ficam curiosas.
- Tem razão , o problema que abriu ano passado, deve estar lotado.
- Quero ver se vai ter quarto suficiente para todos, já que praticamente todos os alunos da nossa escola vão ir. Sem contar o do Abraham Lincoln e as outras escolas. - Afirmamos
- Mas se ale chamou é por que tem lugar para todos, oras - Dei ombros
- Deve ser.
Finalmente havia chegado o dia, o ônibus nos esperava de frente da minha casa. Pegamos nossas malas e adentramos nele, havia lotado, e atrás estava vindo mais alguns ônibus de outras escolas e da nossa também. Sentei-me em uma cadeira vazia ao lado de Niall Horan que dormia com a cabeça encostada no vidro. Sorri ao ver que ele roncava, me acomodei mais no banco e adormeci a viajem inteira. Acordei sendo balançada pelo ser que se encontrava em minha frente, coloquei a mão em meu seio esquerdo para tentar abafar o susto que levei.
- Acorda - Murmurei um palavrão indecifrável e levantei. Seguindo até a entrada, entramos e paramos no gramado junto com os outros alunos, ficamos em uma enorme fila.
- Olá - Me assustei ao ouvir uma voz em um microfone -, sejam bem vindos ao Camp in London Games temos objetivo de fazer vocês interagir de forma amigável com os colegas dos times rivais. Quero todos aqui para ver com é um acampamento, para experimentar algo novo. Sei que irão gostar. Estarão separados os quartos meninas de meninos, temos um refeitório, as quadra para os tipo de jogos e a piscina para a natação. Deixem suas malas nos quartos indicados e voltem para a entrada. Começaremos um dos jogos e depois seguiremos para o refeitório jantar algo. Vocês tem apenas 10 minutos. - Finalizou e saímos dali a procura dos quartos. Entramos no nosso e tinham 5 camas. Acho que teríamos mais uma integrante.
- Acho que vamos dividir com mais alguma - riu pelo nariz
- Tem razão.
- Vamos esperar até que ela chegue para podermos irmos juntas. - Ouvi a porta sendo aberta.
- Olá, eu acho que terei que dividir o quarto com vocês - Mordeu o lábio, acho que ela estava sendo tímida
- Oi, pode entrar.
- Me chamo , mas podem me chamar de e vocês?
- Sou , essa aqui é a , aquela ali folgada é a e essa aqui atrapalhada - Apontei pra que não conseguia colocar seu All Star no pé é a .
- Prazer meninas. - Sorriu
- Vamos descer agora?
- Vamos - E concordaram.
- Vem com agente .
- Tudo bem só vou deixar minha mala aqui - A colocou de cima de uma das camas e nos seguiu. Ficamos na mesma fila de antes. E a mesma voz saiu pelos microfones.
- Agora que todos já estão prontos, quero que formem os grupos, os nomes já estão no chão e fiquem atrás da linha. - Fomos para o nosso lado. - Esses baldes estão cheios de bexigas com água e tinta. Cada componente irá pegar o máximo que conseguir e irão jogar uns nos outros adversários e o time que ficar com menos participantes sujos vencerá a prova. 1... 2... 3... Valendo. - Peguei três bexigas enormes e voei para cima, sabia que a probabilidade de me pegarem aqui era pouca. Cheguei no território adversário e joguei em uma loira que agora se lamentava do cabelo que havia estragado. Seu cabelo estava laranja e suas roupas estavam completamente sujas de tinta. Bateu o pé e cruzou seus braços tentando de alguma forma me matar pelo olhar, sorri com tal forma da garota e voei para outro campo o dos Athletes e joguei em um menino loiros de olhos azuis que agora sorria e tentou jogar uma bexiga em mim, acabei desviando e acertou em cheio o componente do seu próprio time. Gargalhei ao perceber que a menina lhe deu um tapa na cabeça e ele ficou sério. Fui para o campo dos lions e vi se aproximar aos poucos e lhe rumei uma bexiga em meio ao seu rosto e acabou fechando os olhos. Achei que teria garrado dentro de sua perfeita iris, encostei mais perto para ver se estava tudo bem.
- Está bem? - Perguntei com receio de que seus olhos estivessem ardendo. - Ele não respondeu e senti algo molhado bater em minhas costas
- Perdeu . - Gargalhou como se fosse vitoria
- Idiota - Resmunguei. Peguei mais algumas bexigas e acertava em cada um que aparecia do time adversário. O jogo havia acabado com vitória nossa. Sorri vendo a cara de decepcionado dos meninos. Passei por entre as pessoas que xingavam umas as outras por serem tão idiotas. E adentrei no quarto em que ficara. Entrei no banheiro e tirei toda tinta azul que se cumulou em meu cabelo e minhas roupas. A aguá quente era relaxante e eu precisava mesmo daquilo.
Escutei batidas na porta, murmurei um já vai e me enrolei na toalha branca que eu trouxera. Sequei meus logos cabelos e sai de lá sorrindo.
- Aleluia - resmungou entrando no banheiro. Revirei meus olhos e dei ombros. Vesti minhas roupas e encarei a vista para o mar que ali de cima dava. Era tão perfeito, e mais agora que o sol estava se pondo e pela primeira vez em 2 anos eu via o sol se por.
- Você não vem jantar? - me peguntou soando preocupada.
- Não, estou sem fome, podem ir sem mim.
- Promete ficar bem?
- Eu estou bem - Sorri para ela, olhei seus passos e vi que a porta se fechava. Encarei aquela vista até o sol se por completamente e sair por entre o mar, dando agora espaço para a lua ficando mais bela. O cansaço tomou conta de mim, eu deitei por entre a cama que escolhera e em baixo da cama de .
Dias se passou após aquela briga e o Duan acabou sendo preso e a passou a andar conosco. Agora, toda escola teria uma reunião com o diretor em meio ao auditório, todos estávamos empolgados, era uma boa coisa, bem, ao menos eu acreditava que sim.
- Olá alunos - Sorriu - Estamos aqui para uma nova interatividade que nos aconteceu, bem ao longo dos dias eu tentava me convencer de que seria uma boa ideia, e na verdade, era. Essas férias os meninos sugeriram um acampamento. E ano passado um homem veio oferecendo um acampamento que se chama Camp in London Games, onde oferece variedade de jogos como vôlei, futebol, natação, tiro ao alvo e todas férias acontecem, juntam várias escolas e pessoas e escolhem seus times, campos e etc, ano passado essa ideia não foi nenhum pouco convincente então eu havia rejeitado. Esse ano a proposta estará de pé, terá começo no inicio da semana que vem, quem quiser a inscrição estará sendo feita na secretaria e por sala mandarei cada um de vocês irem. Alguma duvida?
- Serão quantos dias? - O menino que tinha sua cor verde, meio alto levantou suas mãos para o alto. Fazendo a pergunta logo em seguida
- São 10 dias e no final vão dar o resultado. Serão separados 4 times e vocês estarão livres para escolher em qual ficarão. No papel tem as 4 opções são os tigers, lions, athletes e os competitors. Tenham um bom dia - Falou e saiu dali
- Vocês vão ir? - Perguntei para as meninas que já se encontravam do meu lado.
- Eu vou.
- Eu também.
- Eu também.
- Vão ser 10 longos e maravilhosos dias - Sorri
- Espero que tudo dê certo, estou contando com essas férias. - Seguimos para a secretaria e lá havia um fila enorme. Um desculpa para nos atrasarmos a aula, já que faltavam apenas 10 minutos e já tinha cerca de umas 100 pessoas na fila e atrás chegavam mais gente ainda.
- Vamos ficar em qual?
- Quero ficar no Tigers, deve ser legal.
- Vou com você Márcia
- Decidido, todas entraremos no Tigers - opinou pela primeira vez hoje. E todas concordamos. De lado vi o e seus amigos, todos combinavam de entrar no timas adversário os Lions, sorri com tal escolha. Fizemos uma boa escolha, por que ficaríamos longe deles e de certa forma, fazia bem pra mim. Preenchemos as fichas e fomos embora dali. Faltava apenas 3 dias para o acampamento e desde já comecei arrumar as minhas malas, coloquei tudo o que precisava. Estava tão animada que esqueci totalmente das meninas que passariam aqui para sairmos um pouco, nos descontrair, a ansiedade tomava conta de nós e eu não podia negar que eu esperava esse dia chegar logo para vivenciar pela primeira vez um acampamento e ainda por cima de jogos.
, e agora me esperando aqui de frente começaram a gritar, eu estava me acostumando com aquilo tudo, palácio, amigas, vida completamente diferente de antes e seres completamente diferentes de Londres, se fosse para me colocar pra voltar eu preferia agora ficar e vivenciar aquilo tudo, explorar cada canto dessa loucura viciante e não me arrepender a acada segundo disso após minha morte.
- Eu desejo que esses três dias passem logo, não aguento mais essa ansiedade, está me sufocando aos poucos.
- Eu também estou assim, .
- Oras , quem não estaria? Agora que abriu esse novo acampamento as pessoas ficam curiosas.
- Tem razão , o problema que abriu ano passado, deve estar lotado.
- Quero ver se vai ter quarto suficiente para todos, já que praticamente todos os alunos da nossa escola vão ir. Sem contar o do Abraham Lincoln e as outras escolas. - Afirmamos
- Mas se ale chamou é por que tem lugar para todos, oras - Dei ombros
- Deve ser.
Capitulo Seven: Welcome to Camp in London Games
(Não quero fechar meus olhos
Eu não quero pegar no sono
Porque eu sentiria a sua falta, baby
E eu não quero perder nada )
Finalmente havia chegado o dia, o ônibus nos esperava de frente da minha casa. Pegamos nossas malas e adentramos nele, havia lotado, e atrás estava vindo mais alguns ônibus de outras escolas e da nossa também. Sentei-me em uma cadeira vazia ao lado de Niall Horan que dormia com a cabeça encostada no vidro. Sorri ao ver que ele roncava, me acomodei mais no banco e adormeci a viajem inteira. Acordei sendo balançada pelo ser que se encontrava em minha frente, coloquei a mão em meu seio esquerdo para tentar abafar o susto que levei.
- Acorda - Murmurei um palavrão indecifrável e levantei. Seguindo até a entrada, entramos e paramos no gramado junto com os outros alunos, ficamos em uma enorme fila.
- Olá - Me assustei ao ouvir uma voz em um microfone -, sejam bem vindos ao Camp in London Games temos objetivo de fazer vocês interagir de forma amigável com os colegas dos times rivais. Quero todos aqui para ver com é um acampamento, para experimentar algo novo. Sei que irão gostar. Estarão separados os quartos meninas de meninos, temos um refeitório, as quadra para os tipo de jogos e a piscina para a natação. Deixem suas malas nos quartos indicados e voltem para a entrada. Começaremos um dos jogos e depois seguiremos para o refeitório jantar algo. Vocês tem apenas 10 minutos. - Finalizou e saímos dali a procura dos quartos. Entramos no nosso e tinham 5 camas. Acho que teríamos mais uma integrante.
- Acho que vamos dividir com mais alguma - riu pelo nariz
- Tem razão.
- Vamos esperar até que ela chegue para podermos irmos juntas. - Ouvi a porta sendo aberta.
- Olá, eu acho que terei que dividir o quarto com vocês - Mordeu o lábio, acho que ela estava sendo tímida
- Oi, pode entrar.
- Me chamo , mas podem me chamar de e vocês?
- Sou , essa aqui é a , aquela ali folgada é a e essa aqui atrapalhada - Apontei pra que não conseguia colocar seu All Star no pé é a .
- Prazer meninas. - Sorriu
- Vamos descer agora?
- Vamos - E concordaram.
- Vem com agente .
- Tudo bem só vou deixar minha mala aqui - A colocou de cima de uma das camas e nos seguiu. Ficamos na mesma fila de antes. E a mesma voz saiu pelos microfones.
- Agora que todos já estão prontos, quero que formem os grupos, os nomes já estão no chão e fiquem atrás da linha. - Fomos para o nosso lado. - Esses baldes estão cheios de bexigas com água e tinta. Cada componente irá pegar o máximo que conseguir e irão jogar uns nos outros adversários e o time que ficar com menos participantes sujos vencerá a prova. 1... 2... 3... Valendo. - Peguei três bexigas enormes e voei para cima, sabia que a probabilidade de me pegarem aqui era pouca. Cheguei no território adversário e joguei em uma loira que agora se lamentava do cabelo que havia estragado. Seu cabelo estava laranja e suas roupas estavam completamente sujas de tinta. Bateu o pé e cruzou seus braços tentando de alguma forma me matar pelo olhar, sorri com tal forma da garota e voei para outro campo o dos Athletes e joguei em um menino loiros de olhos azuis que agora sorria e tentou jogar uma bexiga em mim, acabei desviando e acertou em cheio o componente do seu próprio time. Gargalhei ao perceber que a menina lhe deu um tapa na cabeça e ele ficou sério. Fui para o campo dos lions e vi se aproximar aos poucos e lhe rumei uma bexiga em meio ao seu rosto e acabou fechando os olhos. Achei que teria garrado dentro de sua perfeita iris, encostei mais perto para ver se estava tudo bem.
- Está bem? - Perguntei com receio de que seus olhos estivessem ardendo. - Ele não respondeu e senti algo molhado bater em minhas costas
- Perdeu . - Gargalhou como se fosse vitoria
- Idiota - Resmunguei. Peguei mais algumas bexigas e acertava em cada um que aparecia do time adversário. O jogo havia acabado com vitória nossa. Sorri vendo a cara de decepcionado dos meninos. Passei por entre as pessoas que xingavam umas as outras por serem tão idiotas. E adentrei no quarto em que ficara. Entrei no banheiro e tirei toda tinta azul que se cumulou em meu cabelo e minhas roupas. A aguá quente era relaxante e eu precisava mesmo daquilo.
Escutei batidas na porta, murmurei um já vai e me enrolei na toalha branca que eu trouxera. Sequei meus logos cabelos e sai de lá sorrindo.
- Aleluia - resmungou entrando no banheiro. Revirei meus olhos e dei ombros. Vesti minhas roupas e encarei a vista para o mar que ali de cima dava. Era tão perfeito, e mais agora que o sol estava se pondo e pela primeira vez em 2 anos eu via o sol se por.
- Você não vem jantar? - me peguntou soando preocupada.
- Não, estou sem fome, podem ir sem mim.
- Promete ficar bem?
- Eu estou bem - Sorri para ela, olhei seus passos e vi que a porta se fechava. Encarei aquela vista até o sol se por completamente e sair por entre o mar, dando agora espaço para a lua ficando mais bela. O cansaço tomou conta de mim, eu deitei por entre a cama que escolhera e em baixo da cama de .
Capitulo Eigth: One Day
(Eu tenho sua foto
Mas, baby, eu preciso mais do que
isso
Eu preciso saber os seus lábios
Nada importava para mim mais do que
isso)
Estava completamente dolorida, aquela cama era totalmente desconfortável comparando com a minha, levantei-me espreguiçando. Olhei para os lados e todas continuavam dormindo, folgadas sorri. Senti minha barriga dando sinal de vida, troquei de roupa e fui até o refeitório sabia que elas não iriam acordar tão cedo.
- Aproveitando bastante ?
- Tão interessado ?
- Ainda não me respondeu
- Certamente, nem você - O provoquei
- Aqui não é lugar para novatos, você não descobriu nada ainda.
- Oras, deveria?
- Você sabe o que eu sou não é? Sabe do que eu sou capaz.
- Não tenho medo de você, - Gargalhei - Pra mim você não passa apenas de um menino arrogante e metido.
- Tire suas próprias conclusões. Eu já matei várias pessoas.
- Continuo não tendo medo de você. - Dei ombros.
- Você que sabe - Sorriu - Não é por que eu fui bom com você uma vez não quer dizer que eu precise ser assim para sempre,
- Mesmo se estivéssemos a sós aqui, eu não teria medo de você, se acha um valentão mas não tem coragem de matar uma mosca
- Não brinca comigo, . Você pode se queimar - Sorriu e saiu dali
Haviamos ganhado de 3x1 dos athletes, e de 2x1 para os competitors. Senti meu celular vibrando.
- Oi pai. Eu estou meio ocupado
- Olá, . Só liguei para perguntar como vão as coisas ai
- Vão bem pai. Agora preciso ir
- Espere, preciso de um favor seu
- Qual? - Perguntei impaciente
- Preciso que você vire amiguinho da , e descobrir o máximo de informações dela
- Pai eu...
- Não ouse desobedecer o seu pai. - Desligou quando eu menos esperava. Eu estava numa fria
Rolava por entre a cama a fim de achar algo confortável, mas não, eu não conseguia achar. Aquilo me irritava, meu pai tinha que inventar logo agora esse tal aproximamento. Levantei-me e segui até o campo, o sol estava acabando de nascer e eu, ainda não conseguira pregar o olho.
- Sem sono ?
- Um pouco e você ?
- Também. - Sorriu e se virou
- Fica aqui comigo
- Eu não tinha que ter medo de você?
- Você sabe fingir bem - Sorri - Mas não precisa ter medo de mim, eu não mordo
- E essas suas presas?
- Não vou usa-las contra você, não precisa se preocupar.
- Tudo bem - Se sentou
- Eu nunca vi asas tão belas quanto as suas.
- Você me elogiando pela segunda vez hoje? Pode me dizer o que quer
- Eu? Nada oras. - Encostei-me perto de si, e ficamos admirando o sol se espalhar por cada canto. Virei meu rosto um pouco, mas o suficiente para flerta-la. - Confia em mim?
- Eu não confio em mais ninguém .
- Tudo bem, mas, venha comigo. - Me levantei e a ajudei a levantar também.
- Para onde vamos?
- Você vai ver
- Que seja rápido, marquei com o Philip daqui algumas horas.
- , você sabe que o Philip não presta.
- Se não presta por que você anda com ele?
- Eu sou homem é diferente
- Não vejo problema, . E olha que amigo você é falando mal pelas costas, deixa só ele saber - Sorri
- Também, não vejo problema ele saber, ele mesmo já deve saber.
- Que lindo - Senti seus olhos brilharem ao ver todas aquelas flores espalhadas pelo vale.
- Eu sei - Peguei sua mão e a guiei - Venho aqui todo dia para pensar - Me deitei por entre as flores e ela se deitou em seguida.
- E desde quando você pensa? - Pulei de cima dela e prendi suas mãos em volta de sua cabeça.
- Repete . Eu acho que não escutei direito
- Não , por favor - Coloquei uma mão em volta de sua barriga e comecei a fazer cocegas. Ela sorria e era impossível não sorrir junto, eu não sei mais o que aconteceu, quando dei por mim meus lábios já estavam grudados com os seus. Deus, que beijo era esse, não havia menina alguma em toda minha vida que tivera os lábios macios iguais aos seus. E se me perguntarem se fiz isso para me aproximar dela, posso dizer que estariam certos, eu nunca beijaria uma garota para conquistar algo, abrindo exceção para . Eu iria enlouquecer com aquela garota.
, com todo seu orgulho, não admitia a si mesmo que aquele beijo não era nenhum pouco para aproximar da garota que agora estava em seus braços, sorrindo como se não houvesse o amanhã, mas haveria não é? E haveria vários outros amanhãs, como acontece todo dia. A falta de respostas entre os dois já dizia tudo: Estavam se amando, mas os dois eram orgulhosos o bastante para dizer. se deu conta da burrada que fez e se levantou
- Para onde você vai, ?
- Me deixa - O empurrou
- Me conta, o que você tem?
- Não é nada. - Falou, esperando que ele insistisse mais um pouco, para ter certeza de que ele se importava mesmo com ela.
- Você não vai me contar mesmo?
- , eu... - Parou no meio da frase e saiu dali correndo, deixando , inseguro de que ela não havia gostado do beijo, isso fora uma tortura para ao final do dia. O deixando impaciente e frio com todos, mas não soubera que ela o deixava assim. resolveu procura-la, na noite, do mesmo dia.
- - Gritou ao ver a garota sentada em uma cerca, perto do pequeno lago
- Eu quero saber o que aconteceu com você. Você não gostou, foi isso?
- Não é que eu não posso, . Eu não quero me apaixonar de novo - No fundo ela tinha medo de se apaixonar novamente por quem não devia.
- Tudo bem - Havia mentido, sabia que não estava. Ele acabou sentando-se ao lado da garota, abraçando suas próprias pernas e colocando a cabeça entre elas. Após alguns minutos levantou a cabeça novamente - Saiba que esse seu orgulho não vai te levar a lugar algum.
- Ótimo, adoro ficar em casa - Ironizou. sentiu seus olhos arderem e saiu dali antes que ela pudesse ver que ele chorava. Era a primeira vez em todos esses anos de vida que chorava por alguma menina, de certo ela era a primeira e nem ele sabia por que chorava, afinal foi apenas um beijo. limpou as lágrimas que rolavam, achou que parecia um gay, mas não parecia, a verdade é que ele tinha mais sentimento que os outros meninos, disso eu lhes dava certeza.
Mas de certo, o que os dois sentiam um pelo outro? Continha amor, orgulho, mágoa, desespero?
- Aproveitando bastante ?
- Tão interessado ?
- Ainda não me respondeu
- Certamente, nem você - O provoquei
- Aqui não é lugar para novatos, você não descobriu nada ainda.
- Oras, deveria?
- Você sabe o que eu sou não é? Sabe do que eu sou capaz.
- Não tenho medo de você, - Gargalhei - Pra mim você não passa apenas de um menino arrogante e metido.
- Tire suas próprias conclusões. Eu já matei várias pessoas.
- Continuo não tendo medo de você. - Dei ombros.
- Você que sabe - Sorriu - Não é por que eu fui bom com você uma vez não quer dizer que eu precise ser assim para sempre,
- Mesmo se estivéssemos a sós aqui, eu não teria medo de você, se acha um valentão mas não tem coragem de matar uma mosca
- Não brinca comigo, . Você pode se queimar - Sorriu e saiu dali
Narrando
Descobri que era legal zoar com a , ela tinha chamado minha atenção desde que chegara naquele lugar, e de certa forma ela não me dar bola foi um dos motivos para que eu a irritasse tanto. Meu celular tinha algumas fotos que eu tirei despercebida dela, isso já estava virando de vicio para loucura. Só que ninguém precisava saber, certo? Certo.
Faltando pouco para dar inicio ao jogo de futebol masculino na qual eu iria jogar. Estava quase pronto faltava apenas minha meia que acabara de sumir.
- , você viu minhas meias?
- Não , olha em sua mochila.
- Ela ficou lá no quarto, eu tenho certeza de que deixei a meia junto com a outra.
- Não vai me dizer que ela sumiu ? - Cerrou os olhos - Toma essa daqui - Me jogou uma par de meias brancas e limpas.
- Obrigada brother, te devo essa. - As peguei e coloquei.
Haviamos ganhado de 3x1 dos athletes, e de 2x1 para os competitors. Senti meu celular vibrando.
- Oi pai. Eu estou meio ocupado
- Olá, . Só liguei para perguntar como vão as coisas ai
- Vão bem pai. Agora preciso ir
- Espere, preciso de um favor seu
- Qual? - Perguntei impaciente
- Preciso que você vire amiguinho da , e descobrir o máximo de informações dela
- Pai eu...
- Não ouse desobedecer o seu pai. - Desligou quando eu menos esperava. Eu estava numa fria
Rolava por entre a cama a fim de achar algo confortável, mas não, eu não conseguia achar. Aquilo me irritava, meu pai tinha que inventar logo agora esse tal aproximamento. Levantei-me e segui até o campo, o sol estava acabando de nascer e eu, ainda não conseguira pregar o olho.
- Sem sono ?
- Um pouco e você ?
- Também. - Sorriu e se virou
- Fica aqui comigo
- Eu não tinha que ter medo de você?
- Você sabe fingir bem - Sorri - Mas não precisa ter medo de mim, eu não mordo
- E essas suas presas?
- Não vou usa-las contra você, não precisa se preocupar.
- Tudo bem - Se sentou
- Eu nunca vi asas tão belas quanto as suas.
- Você me elogiando pela segunda vez hoje? Pode me dizer o que quer
- Eu? Nada oras. - Encostei-me perto de si, e ficamos admirando o sol se espalhar por cada canto. Virei meu rosto um pouco, mas o suficiente para flerta-la. - Confia em mim?
- Eu não confio em mais ninguém .
- Tudo bem, mas, venha comigo. - Me levantei e a ajudei a levantar também.
- Para onde vamos?
- Você vai ver
- Que seja rápido, marquei com o Philip daqui algumas horas.
- , você sabe que o Philip não presta.
- Se não presta por que você anda com ele?
- Eu sou homem é diferente
- Não vejo problema, . E olha que amigo você é falando mal pelas costas, deixa só ele saber - Sorri
- Também, não vejo problema ele saber, ele mesmo já deve saber.
- Que lindo - Senti seus olhos brilharem ao ver todas aquelas flores espalhadas pelo vale.
- Eu sei - Peguei sua mão e a guiei - Venho aqui todo dia para pensar - Me deitei por entre as flores e ela se deitou em seguida.
- E desde quando você pensa? - Pulei de cima dela e prendi suas mãos em volta de sua cabeça.
- Repete . Eu acho que não escutei direito
- Não , por favor - Coloquei uma mão em volta de sua barriga e comecei a fazer cocegas. Ela sorria e era impossível não sorrir junto, eu não sei mais o que aconteceu, quando dei por mim meus lábios já estavam grudados com os seus. Deus, que beijo era esse, não havia menina alguma em toda minha vida que tivera os lábios macios iguais aos seus. E se me perguntarem se fiz isso para me aproximar dela, posso dizer que estariam certos, eu nunca beijaria uma garota para conquistar algo, abrindo exceção para . Eu iria enlouquecer com aquela garota.
Capitulo Nine:
(Algo na maneira como você se move
Faz-me sentir como se eu não posso viver sem você
Leva-me todo o caminho
Eu quero que você fique)
Narradora on:
, com todo seu orgulho, não admitia a si mesmo que aquele beijo não era nenhum pouco para aproximar da garota que agora estava em seus braços, sorrindo como se não houvesse o amanhã, mas haveria não é? E haveria vários outros amanhãs, como acontece todo dia. A falta de respostas entre os dois já dizia tudo: Estavam se amando, mas os dois eram orgulhosos o bastante para dizer. se deu conta da burrada que fez e se levantou
- Para onde você vai, ?
- Me deixa - O empurrou
- Me conta, o que você tem?
- Não é nada. - Falou, esperando que ele insistisse mais um pouco, para ter certeza de que ele se importava mesmo com ela.
- Você não vai me contar mesmo?
- , eu... - Parou no meio da frase e saiu dali correndo, deixando , inseguro de que ela não havia gostado do beijo, isso fora uma tortura para ao final do dia. O deixando impaciente e frio com todos, mas não soubera que ela o deixava assim. resolveu procura-la, na noite, do mesmo dia.
- - Gritou ao ver a garota sentada em uma cerca, perto do pequeno lago
- Eu quero saber o que aconteceu com você. Você não gostou, foi isso?
- Não é que eu não posso, . Eu não quero me apaixonar de novo - No fundo ela tinha medo de se apaixonar novamente por quem não devia.
- Tudo bem - Havia mentido, sabia que não estava. Ele acabou sentando-se ao lado da garota, abraçando suas próprias pernas e colocando a cabeça entre elas. Após alguns minutos levantou a cabeça novamente - Saiba que esse seu orgulho não vai te levar a lugar algum.
- Ótimo, adoro ficar em casa - Ironizou. sentiu seus olhos arderem e saiu dali antes que ela pudesse ver que ele chorava. Era a primeira vez em todos esses anos de vida que chorava por alguma menina, de certo ela era a primeira e nem ele sabia por que chorava, afinal foi apenas um beijo. limpou as lágrimas que rolavam, achou que parecia um gay, mas não parecia, a verdade é que ele tinha mais sentimento que os outros meninos, disso eu lhes dava certeza.
Mas de certo, o que os dois sentiam um pelo outro? Continha amor, orgulho, mágoa, desespero?


Meu deus caramba cadê a continuação? Essa fic é P-E-R-F-E-I-T-A ������
ResponderExcluirMelhor fic eveeer
ResponderExcluirA fic é boa, sim , só que tem que conserta uns errinhos "Agente" por exemplo :v as coisas acontecem muito rapido e isso faz com que alguns leitores percam o interesse na fanfic , tbm tem algumas outras bem confusas , a fanfic é boa , é sim , não to criticando nem nada só to falando umas dicas para melhorar mais ainda a fanfic
ResponderExcluirPs: To com preguiça de entrar na minha acc e botei em anônimo msm
Essa fanfic faz um tempão que comecei a escrever, por isso está meio que um "lixo" akjsdkajskd
ExcluirAmei
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